Deputado federal Lafayette Andrada defende maior uso de energia limpa em Belo Horizonte

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Proposta visa reduzir valor da conta de luz de moradores por meio do modelo de energia solar compartilhada

O incentivo a geração de energia solar é uma das bandeiras do deputado federal Lafayette Andrada, que disputa a Prefeitura de Belo Horizonte, Minas Gerais, pelo Republicanos. A energia elétrica obtida por meio do Sol reduz a emissão de poluentes e impactos ao meio ambiente.

Segundo o deputado, que é relator do Código Brasileiro de Energia Elétrica, uma das propostas é utilizar a energia solar compartilhada para geração de eletricidade, o que deve reduzir o valor da conta de luz e beneficiar, sobretudo, para a população de baixa renda.

“Pelo modelo de energia solar compartilhada, o consumidor não vai precisar instalar placas fotovoltaicas em casa ou no trabalho. Basta ele adquirir a cota de um consórcio para ter acesso à eletricidade, gerada a partir de uma planta de energia solar remota”, explica o candidato. Essa alternativa reduz a conta de luz em até 95%.

O deputado também reforça que outra forma de obter energia limpa é por meio da queima do lixo. “Todo o lixo orgânico pode ser queimado para gerar energia limpa. Isso resolveria o problema dos aterros sanitários em BH. Para isso, é preciso alterar a legislação estadual, que há alguns anos, proíbe a queima de lixo. Mas hoje, há tecnologias seguras para isso”, diz.

Recentemente, Minas Gerais conquistou a marca de 736,9 megawatts (MW) de potência instalada nos pequenos sistemas instalados nos telhados e terrenos de residências, empresas e poder público. Isso significa mais de 54 mil conexões instaladas no estado mineiro, abrangendo em torno de 96,5% dos 824 municípios da região. 

De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Minas também é destaque em geração centralizada solar no que tange à potência instalada e status das usinas fotovoltaicas dos leilões do mercado regulado. Na geração distribuída, representa 20% da potência instalada no País e, no ranking municipal, detém duas cidades entre as maiores produtoras no Brasil: Uberlândia (1°) e Belo Horizonte (8°).

O Brasil superou neste ano, a marca de 3 GW no mercado de geração distribuída solar fotovoltaica (GD). O volume considera sistemas de microgeração e minigeração em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. Também em 2020, o país ultrapassou a marca de 6 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, número que leva em conta também as usinas de grande porte. 

De acordo com ABSOLAR, a fonte já gerou mais de R$ 31 bilhões em investimentos privados no país, criando cerca de 180 mil empregos acumulados. Um recente levantamento da entidade apontou que a renda economizada em tarifas de energia por consumidores que possuem sistemas de GD contribuiu para mais de R$ 4,7 bilhões reinjetados na economia desde 2012. Esse montante representa o dinheiro que deixou de ser utilizado para pagar a conta de luz e foi redirecionado para a compra de outros produtos, movimentando o comércio e a economia locais.

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